1 ANO

Ultraperiférico: na blogosfera desde 17 de Janeiro de 2006.
Fotografia > Autor não identificado, Portugal
> Interior de Fábrica (Liz - Empresa de Cimentos Leiria, Turbo-aspirador de poeiras
dos secadores de matéria prima, sistema Prat-Daniel), Leiria, s/d (déc. 1920?),
(foto © FH/CRO)
[R]
[Adenda]
Esta fotografia de autor não identificado pertenceu a uma série documental realizada
para a cimenteira Liz, possivelmente nos primeiros anos da fábrica, fundada em 1923,
e terá precedido uma outra série realizada na década seguinte por Domingos Alvão
(1869-1946). Trata-se não apenas de um bom documento fotográfico, mas de uma
imagem que parece exaltar, através da presença das máquinas no espaço fabril, a era
de desenvolvimento industrial que se seguiu à primeira Grande Guerra. Não vemos
operários neste interior nem vemos documentadas as suas duras vidas, expostas aos
perigos da poluição: tudo parece resumir-se a um cenário de geometrias perfeitas,
modernas e fantasiosas, em que a luz coada pelo pó do cimento contribui para a
criação de uma atmosfera grandiosa e onírica.

Será que algum dos nossos leitores consegue decifrar esta assinatura? Vá lá, façam
os vossos palpites, como se fosse uma prenda de aniversário.
[R]

Ultraperiférico: na blogosfera desde 17 de Janeiro de 2006.
Fotografia > Autor não identificado, Portugal
> Interior de Fábrica (Liz - Empresa de Cimentos Leiria, Turbo-aspirador de poeiras
dos secadores de matéria prima, sistema Prat-Daniel), Leiria, s/d (déc. 1920?),
(foto © FH/CRO)
[R]
[Adenda]
Esta fotografia de autor não identificado pertenceu a uma série documental realizada
para a cimenteira Liz, possivelmente nos primeiros anos da fábrica, fundada em 1923,
e terá precedido uma outra série realizada na década seguinte por Domingos Alvão
(1869-1946). Trata-se não apenas de um bom documento fotográfico, mas de uma
imagem que parece exaltar, através da presença das máquinas no espaço fabril, a era
de desenvolvimento industrial que se seguiu à primeira Grande Guerra. Não vemos
operários neste interior nem vemos documentadas as suas duras vidas, expostas aos
perigos da poluição: tudo parece resumir-se a um cenário de geometrias perfeitas,
modernas e fantasiosas, em que a luz coada pelo pó do cimento contribui para a
criação de uma atmosfera grandiosa e onírica.

Será que algum dos nossos leitores consegue decifrar esta assinatura? Vá lá, façam
os vossos palpites, como se fosse uma prenda de aniversário.
[R]
Etiquetas: aniversário, Anónimos






