segunda-feira, outubro 01, 2007



[PF #11]
O colar da Ministra.
Há por aí alguém interessado em saber o que aconteceu com o colar de contas de
vidro da Ministra da Cultura? É fácil. Basta ir à pág. 5 do último Expresso. Está lá
tudo. Também lá está tudo sobre o nobre objectivo dos entrevistadores, a saber:
pôr a senhora suficientemente nervosa para que o texto pudesse ser escrito
ao melhor estilo tablóide. A não perder!
Se por qualquer motivo o leitor estiver também interessado em conhecer as políticas
culturais nas áreas do património, museus, música, teatro, cinema... Bom, então é
melhor procurar noutro sítio, não sei muito bem onde... mas que diabo, há-de haver
por aí algum jornal que considere útil informar o cidadão sobre mais qualquer
coisinha que não seja o sensacionalismo do futebol e das politiquices caseiras.
Há-de, não há-de?
[PF]

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4 Comentários:

Blogger mena escreveu...

Pois é ... pena que não contem também que com esta senhora ministra há ainda quem continue mesmo a trabalhar (tenha ela ou não o colar)!
Para vós vai a exposição de Miróbriga em mulheresaoluar.

Porque não se falará, afinal, da gravata de seda amarrotada dos secretários de estado?

01 outubro, 2007 08:39  
Blogger bettips escreveu...

"Há-de ser" é com uma lupa, uma procura incessante como no recôndito da pirâmide. Com direito a muito lixo pelo meio... Abraços

04 outubro, 2007 02:39  
Anonymous Personagem de Fricção escreveu...

Mena,
Certo o que diz. Independentemente das políticas culturais mais ou menos polémicas, mais ou menos consistentes desta Ministra, é sabido que ela é um alvo a abater. Por quem pode, e quem a entrevistou pode, e conduziu o diálogo com esse objectivo. O resultado é a vacuidade e a indiferença dos entrevistadores perante o dever de informar o leitor a respeito das políticas culturais deste governo. O resto já sabíamos: para muitos órgãos de informação a cultura é um tema supérfluo e sobretudo maçador.

05 outubro, 2007 01:22  
Anonymous Personagem de Fricção escreveu...

Bettips,
A portuguesissima obsessão economicista não deixa ver o que está bem à frente dos olhos: os países mais desenvolvidos são os que compreenderam o papel da cultura. Algum dia alguém nesta periferia há-de pensar sobre isto, não há-de, Bettips?

05 outubro, 2007 01:36  

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